quinta-feira, 17 de junho de 2010

Duas faces do fim.

Como uma nuvem negra, redemoinho emoções, lutando umas com as outras, em uma grande guerra, destruindo a mente de qualquer pensamente são. Corroendo como uma praga, qualquer amor e ternura existentes no coração, só deixando um buraco, um vazio, só. A insegurança e indecisão, sempre impostas à força a frente, frágil e vulnerável. Impotente. Sentindo a loucura crescendo, tomando sua mente e incapacitando pensamentos racionais, a fúria toma conta e nuvem fica negra e tudo se desmonta. Lágrimas nos olhos. Transparecer o sofrimento é ultima coisa que quer mostrar, fraqueza e morbidez... Fazemos de tudo então uma grande piada. Mas é difícil lidar ainda, ninguém compreende só quem tem. Duas faces, uma sorridente, passado sombrio escondido, sobre controle sobre sua marcara. Outra morta, corroída pela raiva e mágoa, morrendo a cada dia, denegrindo o lado limpo, em sua miséria e destruição iminente. Ele vencerá terminando completamente do desolador e oco poço de escuridão e doença, morrerá sozinho e frio, com nojo de si mesmo esperando a morte com satisfação, e como libertação. O fim, enfim.

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