quinta-feira, 8 de abril de 2010
A falsa fama de Gabriela
Ainda se escondendo, nessa capa infame. Por que não me mostra quem tu és? Não me culpe por te dizer a verdade, que você está sendo tremendamente ignorante, tentando se deixar irreconhecível, nessa garota tão infantil, que só vive nos prazeres carnais e não se importa com corações partidos. Você não engana ninguém, eu sei que por baixo só tem uma garota assustada, confusa, morrendo de medo que a vejam, vejam que não tem nada. Que sofre cada dia mais com o que lhe fizeram, não minta pra mim, dizendo não se importar, perdeu seu grande amor, a pessoa a quem confiou durando tanto tempo e se entregou cegamente, hoje ri de você, não seja tola, não minta que não sente falta de sua companhia mais fiel, sua irmã, sua melhor amiga, a deixou pelo mesmo motivo que teu amor. Sua mentira, seu medo e sua insistência em se esconder, atrás de seus cabelos louro-dourados e seu sorriso sempre zombeteiro, acha que pode criar a fama de “fácil” de quem não se importa com amor verdadeiro, que não liga para opinião alheia ou até tem um convívio ótimo em sua casa e família. Não é assim, eu vejo através de você, pare de mentir, mentir pra se mesma, não está mais enganando ninguém, está se confundindo, sendo cretina com quem lhe quer bem, e beijando o pé dos que só a humilham, obsoleta e cega! Não para de tentar convencer as pessoas de sua vida colorida e cheia de sexo incrível, pare de mentir ou inventar histórias. Ah única coisa que vejo, é uma jovem mulher querendo só procurando atenção, conselho ou refúgio, conta para todos, amigos, colegas, desconhecidos ou inimigos. Conta a todos, só quer um conselho deferente, não aguenta mais ouvir “esquece ele” ou “ele não te merece, você vai superar”. Pare! Enfrente, todos já estão começando a perceber, que essa casca que mulher vulgar e obsoleta, está uma jovem inocente, que quer carinho e não só a carne pura e grossa. Mostre-me quem tu és Gabriela, doce Gabriela.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Garotinha em Chamas
Linda menininha, de cabelo escorrido e olhos castanhos
Dentes brancos e perfeitos, um belo sorriso
Franja caida sobre testa, roupinhas cor-de-rosa.
O que realmente ela viu?
Pelo que um dia já passou ou passará?
Aquela maravilhosa risada, que me faz ouvir passaros cantando
Enquando seu meigos olhos viram em um formato meia lua adorável.
Me faz querer ajuda-la, todas a vezes que a vi chorar
Sosinha, sempre sosinha.
Um dia ela vai se lembrar? Irá ela entender o que realmente se passou no seu passado confuso?
Todos os seus brinquedos, tão preciosos
Consumidos pelo fogo, ardente chama de possivel traição e abandono
Chama criada só para pedir sua atenção
Chama que destriu suas roupas e sua cama quente
As cenas turvas da fulga e da fumaça. Sua mamãe gritando pedindo para segui-la
Sempre com a mamãe, sempre.
A garotinha entende hoje, o que aquilo realmente significava?
Onde estava papai? Não queria deixa-lo.
A chama ia destrui-lo também!
A menina visitou tante gente aquele dia, os homens grandes de vermelhor vivo nas roupas.
Os com roupas azuis, um azul escuro e um tanto assustador, com as grandes armas a punho.
Pra que eles precisariam daqui-lo. Papai ainda estava nas chamas
Irá um dia entender? Pobre criança inocente
Enganada, porém protegida.
Onde estava sua plantinha? Aquela que conversas-te tantas tardes solitárias garotinha?
Ou sua Gêmea invisivel aos olhos dos grandes? A Gabriella.
Como eis de esquece-la? Bela e querida, que um dia a deixas-te também.
As musicas também, nunca a deixavam sosinha, sempre a fazendo pensar
Pensar por que dizer coisas assim do mundo? Que é tão belo e verde como o meus lindo quital?
Ou bem era, até as chamas o pegarem também.
Eu vejo que ela sente falta, da mais bela planta de todas
Ela não tinha flores, nem mesmo cores bonitas
Mais a dor dela estava mais que linda, aquele verde escuro, mais escuro que esmeralda
Ela gostava do contrate do céu nublado quando chovia, com o belo verde
Gostava de ver a agua caindo por sua folha lisa e macia
gosatava de rega-la, e vela crescer
E como crescia! Todo dia um pouco mais, quanto maior, mais bela.
Crescia como a garotinha
Que agora esta grande, e entende tudo o que se passou
Só não sabe por que com ela
Só não entende o que fez para merece-lo
Mais ela ainda à de entender
À de suportar mais o que vier
Pois a garotinha cresceu, e vai continhar crescendo cada dia um pouco mais
Como sua platinha, já morta pelas chamas
Morta como sua familia, separada eternamente pelas chamas.
Dentes brancos e perfeitos, um belo sorriso
Franja caida sobre testa, roupinhas cor-de-rosa.
O que realmente ela viu?
Pelo que um dia já passou ou passará?
Aquela maravilhosa risada, que me faz ouvir passaros cantando
Enquando seu meigos olhos viram em um formato meia lua adorável.
Me faz querer ajuda-la, todas a vezes que a vi chorar
Sosinha, sempre sosinha.
Um dia ela vai se lembrar? Irá ela entender o que realmente se passou no seu passado confuso?
Todos os seus brinquedos, tão preciosos
Consumidos pelo fogo, ardente chama de possivel traição e abandono
Chama criada só para pedir sua atenção
Chama que destriu suas roupas e sua cama quente
As cenas turvas da fulga e da fumaça. Sua mamãe gritando pedindo para segui-la
Sempre com a mamãe, sempre.
A garotinha entende hoje, o que aquilo realmente significava?
Onde estava papai? Não queria deixa-lo.
A chama ia destrui-lo também!
A menina visitou tante gente aquele dia, os homens grandes de vermelhor vivo nas roupas.
Os com roupas azuis, um azul escuro e um tanto assustador, com as grandes armas a punho.
Pra que eles precisariam daqui-lo. Papai ainda estava nas chamas
Irá um dia entender? Pobre criança inocente
Enganada, porém protegida.
Onde estava sua plantinha? Aquela que conversas-te tantas tardes solitárias garotinha?
Ou sua Gêmea invisivel aos olhos dos grandes? A Gabriella.
Como eis de esquece-la? Bela e querida, que um dia a deixas-te também.
As musicas também, nunca a deixavam sosinha, sempre a fazendo pensar
Pensar por que dizer coisas assim do mundo? Que é tão belo e verde como o meus lindo quital?
Ou bem era, até as chamas o pegarem também.
Eu vejo que ela sente falta, da mais bela planta de todas
Ela não tinha flores, nem mesmo cores bonitas
Mais a dor dela estava mais que linda, aquele verde escuro, mais escuro que esmeralda
Ela gostava do contrate do céu nublado quando chovia, com o belo verde
Gostava de ver a agua caindo por sua folha lisa e macia
gosatava de rega-la, e vela crescer
E como crescia! Todo dia um pouco mais, quanto maior, mais bela.
Crescia como a garotinha
Que agora esta grande, e entende tudo o que se passou
Só não sabe por que com ela
Só não entende o que fez para merece-lo
Mais ela ainda à de entender
À de suportar mais o que vier
Pois a garotinha cresceu, e vai continhar crescendo cada dia um pouco mais
Como sua platinha, já morta pelas chamas
Morta como sua familia, separada eternamente pelas chamas.
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